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Joio e Trigo
Publicado no Jornal Comércio da Franca do dia 30/01/2015, Seção Opinião e Debates, pág. 02 (disponível também em http://gcn.net.br/noticia/277002/opiniao/2015/01/joio-e-trigo)
Escrito por: Tiago Faggioni Bachur. Colaboração de Fabrício Barcelos Vieira. Advogados e professores especialistas em Direito Previdenciário



Por parábola, Cristo fala do joio e do trigo. Joio é semente ruim que se parece com trigo. No momento do plantio, acabam sendo lançadas juntas e crescem ao mesmo campo. Todavia, o joio sufoca plantas que crescem perto dela. Já o trigo, é a semente que vai gera o pão. Se o joio não for arrancado pode estragar toda a plantação. É preciso, pois, ‘separar o joio do trigo’.
 
No dia a dia, vemos bons e maus profissionais estamparem os noticiários. Há bons e maus médicos, arquitetos, dentistas, operários etc. Até onde não podia, também existem, como bons e maus padres e pastores. No último domingo o ‘Fantástico’ trouxe reportagem estarrecedora: maus advogados que trabalham na área previdenciária, recebem e não repassam benefícios a seus clientes. Na verdade, tais profissionais (se é que se pode chamá-los assim) são criminosos, pois ‘roubam’ que quem tanto necessita.
 
Se um advogado trabalha para conseguir direito que foi negado pela Previdência Social, tem que receber por seu trabalho, mas não pode ficar com todo o montante alcançado como se mostrou na reportagem como foi demonstrado na reportagem. Há limites que são impostos por lei ou ética. 

Como demonstrado, a OAB fiscaliza e pune infratores. Nos casos narrados, os advogados sequer tinham feito contrato com seus clientes. 

Todavia, é importante ressaltar que a presença do advogado é inquestionável. O INSS vira e mexe diz que as pessoas não precisam desse profissionais para pedir benefícios ou revisões, mas, se a própria instituição previdenciária já deixou de fazer o que deveria, como garantir que se o pedido é feito sem especialista que detém conhecimento técnico dará certo? 
 
O maior número de ações existentes hoje na Justiça propostas por advogados são contra o INSS, e a maioria é julgada procedente, o que prova que o INSS age errado. 
 
Pode-se concluir que é quase impossível conseguir algo sem a ajuda de especialista. Entretanto, tem que ‘separar o joio do trigo’.
 
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Tiago Faggioni Bachur
Colaborou Fabrício Barcelos Vieira, advogados especialistas em Direito Previdenciário

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