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Carnaval
Publicado no Jornal Comércio da Franca do dia 05/02/2016, Seção Opinião e Debates, pág. 02 (disponível também em http://gcn.net.br/noticia/310476/opiniao/2016/02/carnaval)
Escrito por: Tiago Faggioni Bachur. Colaboração de Fabrício Barcelos Vieira. Advogados e professores especialistas em Direito Previdenciário



O carnaval chegou ao Brasil com reflexo de festas que ocorriam na Europa desde o século XVII. Confete, serpentina e fantasias fazem parte do ‘Reinado de Momo’. 
 
É uma forma de expressão em constante evolução. Liga o povo ao passado e mostra a forma como cada cultura interage com o ambiente que a rodeia. 
 
Ao contrário do que muitos pensam, carnaval não é só palhaçada e brincadeira. Algumas religiões condenam a festa popular em razão de sua provável origem pagã e dos atos de libertinagem que acontecem durante sua realização. 
 
A revista americana The Economist disse, recentemente, que o governo e empresas brasileiros costumam esperar o carnaval para tomar grandes decisões e que, enquanto isso, problemas políticos e econômicos do Brasil se aprofundam. Quando políticos voltam a trabalhar, eles podem se arrepender de ter tirado folga de tentar resolvê-los.
 
Este ano o carnaval está mais próximo da política econômica do país do que em outros anos. De fato, a imprensa tem mostrado fantasias carnavalescas de todos os tipos. 
 
É político se fantasiando de honesto, quando todas as evidências apontam seu envolvimento em corrupção. Há muito confete e serpentina sendo jogada para justificar o injustificável. É muita libertinagem praticada com o dinheiro público. 
 
Durante os festejos carnavalescos da política brasileira, ‘nossos representantes’ se esquecem dos problemas do dia a dia com saúde, educação, transporte, segurança etc., mas se pode ter certeza os trabalhadores foliões ouvirão, logo, logo, a ‘marchinha’ dos novos tributos e implementação de regras mais duras para futuras aposentadorias. 
 
É preciso que a população se mobilize o quanto antes. A quarta-feira de cinzas precisa chegar logo para que as máscaras caiam e se limpe toda a sujeira do confete e da serpentina ilusórios desse período mais perdido que relevante. 
 
 
Tiago Faggioni Bachur
Colaborou Fabrício Barcelos Vieira, advogados especialistas em Direito Previdenciário

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